A safra de café do Brasil em 2026, com colheita em desenvolvimento, foi estimada nesta quinta-feira em recorde de 66,8 milhões de sacas de 60 kg, acréscimo de 1% em relação ao mês anterior, com revisões positivas nas espécies arábica e canéfora, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Se confirmada a previsão, a safra do maior produtor e exportador global cresceria 16% na comparação com o total de 2025.

Para o café arábica, a produção está estimada em 44,4 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 1,1% em relação ao mês anterior.

“O clima tem beneficiado as lavouras do centro-sul, o que melhorou o pegamento dos ‘chumbinhos’ e o preenchimento dos grãos. Além disso, para a safra de 2026 aguarda-se uma bienalidade positiva…”, afirmou o IBGE.

Para o café canéfora (robusta e conilon), a previsão foi elevada em 0,7% ante o mês anterior, para 22,4 milhões de sacas. A produção também cresceria 6,8% em relação ao volume produzido em 2025 e atingiria um novo recorde, segundo o instituto.

Para o canéfora, o IBGE citou aumentos de 3,9% na área a ser colhida e de 2,8% no rendimento médio.